Conselheiras Tutelares de Pedro Afonso tomam posse

A Prefeitura de Pedro Afonso, por meio do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), deu posse, nesta sexta-feira, 10, as novas conselheiras tutelares. A cerimônia de posse foi realizada no Teatro Municipal Professora Adriana Correia e contou com a presença de diversas autoridades e familiares das conselheiras eleitas.

Assinaram o termo de posse, as conselheiras Kariny Neres, Gisely do Kelryson,  Ivanildes Machado, Alessandra do Neutin e Gilmara Lacerda, que a partir deste ano de 2020, as conselheiras tutelares, eleitas pelo voto popular em outubro de 2019 para o ano de 2020 e 2023, atuarão ao atendimento de crianças e adolescentes que tiveram seus direitos ameaçados ou violados.

Durante a cerimônia, o vice-prefeito de Pedro Afonso Jose de Ribamar Coelho destacou a importância do trabalho do Conselho Tutelar na garantia dos direitos das crianças pedroafonsinas. “Essas mulheres têm uma grande missão a partir de agora, cuidar das nossas crianças e garantir que elas tenham qualidade de vida e bem-estar. Toda a gestão está sempre empenhada em auxiliar o trabalho das conselheiras aqui dentro do município”, destacou.

Já a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Patrícia Gomes frisou sobre o papel do conselho e a representatividade das mulheres pedroafonsinas. “Temos aqui mulheres que irão cuidar das nossas crianças, com muito afinco e dedicação. Mulheres que passaram por todo um processo de provas, entrevista e eleição popular. Hoje assumem essa missão que sabemos que há muitos desafios pela frente, mas que elas estão preparadas para fazê-lo”, completou Patrícia. 

O Conselho Tutelar é o órgão encarregado de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente, agindo em casos de denúncias de violações de direitos e fiscalizando a execução de políticas públicas voltadas para essa população. Sempre que um direito de crianças e adolescentes forem ameaçado pelos pais, pela sociedade, pelo poder público ou pela própria conduta da criança e do adolescente, o conselho deve atuar.